
18
Notas
8
Acordes
1
Perfumista
La Mandorla e il Cocchiere by Dedé Arte Profumata é um perfume Oriental Baunilha para mulheres e homens. La Mandorla e il Cocchiere foi lançado em 2023. O nariz por trás deste perfume é Denise Meles. As notas de topo são Amêndoa, Notas Verdes, Açafrão e Noz-Moscada; as notas de coração são Amêndoa, Edelweiss, Tabaco, Leite, Heliotropo, Flor de Cerejeira e Baunilha; as notas de base são Castanha, Bálsamo do Peru, Cera de Abelha, Sândalo, Âmbar, Fava Tonka e Estireno. Nesta composição a amêndoa é a anfitriã. Uma amêndoa nobre e pura. Está presente nas notas de topo vestida de verde claro e cercada por especiarias preciosas. No coração, toda a floração e doçura da pasta de amêndoa se desencadeia, é um coração irresistível para quem ama maçapão, é um coração irresistível para quem ama contrastes que se derretem. O cocheiro chega, vestido em bálsamos, resinas e sonhos orientais. A esteira é sensual e cheia de evocações, uma carruagem viaja rápido pelos galhos dos bosques de castanha, seu cheiro, seu cheiro. O cheiro de um conto de fadas que se transformou em vento odoroso para ser contado porque caso contrário seria indetectável. Esta é simplesmente a história de fadas da Senhora Amêndoa que adorava ser levada em carruagem por seu cocheiro. Entre eles nunca se entendeu o que havia, tudo o que resta é o mistério enfeitiçante dos traços deixados por uma alma ligeiramente exuberante mas não demais, uma mulher refinada, viva, com um sorriso brincalhão. Uma mulher em vestidos de renda que lembra aqueles pequenos sob doces leves. Uma mulher que aprendeu a felicidade se alimentando de seus próprios feitos. Uma mulher com pele leitosa, sozinha e silenciosa como a neve quando cai. É uma neve fraca, que deixa entrever a primavera. As primeiras flores aparecem até antes dos tímidos caules de grama, mas o cheiro daquilo aparece até antes de dormir verde enterrado em um cobertor de maravilha cândida. Aqui a neve é a amêndoa, a flor é da amêndoa e cerejeira, e o oriente é trazido pelo masculino: O Cocheiro, o herói moderno, o homem que acolhe sua parte terrena e solar, o homem representado como escravo do amor, como um vaso pronto para levar sua amada Amêndoa para um passeio, tentando salvá-la do tédio dos dias preguiçosos. Ele não sabe que ela não tem necessidade alguma, que já está segura em sua solidão, e este é precisamente o ponto que ela quer pulverizar novamente e novamente: Mandorla sobrevive e sorri, deixando o Cocheiro com a ilusão de que o mérito é dele.
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